quinta-feira, 1 de março de 2012

Voo de 5h em Governador Valadares

Dia do vento contra.   

Estava decidido a decolar mais cedo, nos últimos dias sempre tive certo receio de decolar na hora “chave” dia.  E porque isso ? Bom, no segundo dia de Valadares não interpretei direito as diversas indicações de vento no topo da montanha, e com uma brisa agradável, decolei levando pequenas fechadas dos 2 lados, com muita correção tudo deu certo, mas não havia entendido o que estava acontecendo.  No dia seguinte, a Monica Wenna e o instrutor Húngaro (representante SOL no país homônimo) me explicaram que eu decolara justamente na hora de um pequeno dust devil.  

A decolagem sempre foi um ponto fraco na minha pilotagem de parapente, mas vejo grande progresso na melhoria desta habilidade.  Conforme as palavras do nosso amigo Martin Dealmere (o “Argentino” / Belga), “una pena que Valadares que es tan bonito de vôo tem a decolagem meio chata.   Aqui o vento varia bastante, e muitas vezes é necessário aguardar muito minutos debaixo do sol escaldante para decolar.

Também muito interessante é a primeira subida, sempre crítica, pois a montanha “canaliza” as térmicas de tal forma que os pilotos tem dificuldades de encontrar térmicas próximo a decolagem.  Claro que se formos encarar o paredão de pedra, marca registrada do Ibituruna, tudo sobe, mas aí a subida é forte demais, com risco de colapso da vela invertebrada, portanto local que pessoalmente evito até as 4 da tarde pelo menos.

O voo do ultimo dia de fevereiro de 2012 foi particularmente interessante, pois o vento estava de través em relação a rota, e até mesmo rodando um pouco para contra, em relação a rota “padrão” que é sobre a rodovia BR116.  Minha decolagem foi para a rampa sul, no horário mais adiantado, 12:20, mas não quis rodar próximo a montanha e novamente perdi um pouco de altura.  Apesar de rodar na borda do “degrau” consegui sustentar um pouco até ganhar um pouco de altura mas estava voando a 200m do relevo com razoável turbulência, por causa do desconforto e ausência de rápida subida, lá fui para o Sudoeste, em busca de uma térmica salvadora.  Fiquei bem baixo, a 250m do chão mas sustentava bem, e cozinhei um pouco numa ascensão bem fraca, e derrepente alguns urubus voando próximo, encaixei bem no meio deles, e consegui subir bem.  Valeu a pena ter a paciência de esperar a nova bolha subir.   O Marcelo Mangonlin que estava do meu lado com seu Ellus teve menos paciência e foi para cima da cidade, e depois de ralar um pouco também começou a subir bem.

Mas o dia estava um pouco diferente,  parapente não avançava muito, vento contra, fui aos poucos “sendo empurrado” para o Rio Doce, tudo meio turbulento, via parapentes bem mais altos que eu e outros “pregando” (termo usado para quem pousa no início do voo próximo a montanha), e não conseguia centrar bem as térmicas.  Seria um gradiente de vento ?  Não sei, mas foi fato que quase desisti de sair para o “cross”(navegação), pois não subia, e o vento me empurrava para cima do aeroporto, que é zona proibida de voo. 

Escutando no rádio o avanço da turma de voo, Sérgio Pontremolez e Papão (Marcelo Giacomo) me animei a insistir um pouco mais e aos poucos o progresso veio.

Uma hora depois do início do boa quase pousei fiquei novamente muito baixo, menos de 150m do terreno, de longe vi 2 parapentes rodando na beira da rodovia, e como não pegava nada, fui até lá, sem subir tão bem como eles fui “sobrevivendo” e aos poucos consegui subir novamente.   Foram 20 minutos de luta para não ir para o chão, engatando numa forte térmica que me jogou de volta para o alto. A partir deste momento o voo começou a funcionar melhor, voei sempre mais alto com nuvens mais bonitas mostrando o caminho.  

Alguns parapente aqui e ali, mas no geral voei maior parte do tempo sozinho, escolhendo o próprio caminho, e sempre tentando voltar para a segurança de voar em cima da BR116, resgate mais fácil em caso de pouso.  O vento lateral dificultava “voltar” para a BR, mas aos poucos ele foi virando de direção ficando mais de través que contra.   Na região de Engenheiro Caldas, já voava paralelo a rodovia e indo para o lado das grandes pedras, fontes geradoras de boas térmicas.   No rádio escutava de tempos em tempos os amigos com algumas dificuldades de progredir no voo também.  Eles desviaram um pouco para a direita e não conseguiam mais retornar para o eixo da rodovia.  No final resolveram ir para a Ipatinga rota bem mais a direita do que o eixo da rodovia principal rumo a Caratinga.

O parapente vermelho (Ozone Delta) que me acompanhou durante um trecho do voo desviou totalmente a esquerda, eu preferi uma rota mais direta para o objetivo que era a cidade de Caratinga.   Tive um pouco mais de sucesso na escolha, especialmente na subida da serra para Dom Cavati no través de Tarumirim, onde subi com mais de 3m/s integrado, parecia até mais forte, mas esse é o lado psicológico, o que vale mesmo é a média da subida. 
Estranho galpão de industria abandonado próximo ao pouso 

Fui para o lado direito da rota caçar nuvens bonitas após D Cavati, desvio que funcionou, mas pensando melhor depois, talvez teria alcançado maior distância se tivesse insistido um pouco mais na rota (decisão que parapente vermelho tomou).  Fiquei baixo no meio do nada, mas consegui a ultima boa térmica do dia debaixo de uma grande nuvem.  Aí rumo a escolha do pouso, estava em cima da rodovia de asfalto, Caratinga – Vargem Alegre, paralela a BR116, 7km a direita,  região com poucas opções de pouso, muitos morros, cafezais e “plantação” de fios elétricos.   Resolvei retornar um pouco para pousar num topo de marro, um antigo cafezal que virou pasto, local ideal para pouso com o capim alto e verdejante.

Pouso macio e tranquilo, as 17:29 da tarde, com o sol já bem baixo, dobrei todo o equipamento e rumei com a mochila de 20kg nas costas para a rodovia, e depois de uns 20 minutos caminhando, 4 cercas de arame farpado, cheguei a beira do asfalto.  Logicamente o celular não tinha sinal, mas o SPOT (localizador GPS/comunicador satelital) já havia enviado SMS para o Reinaldo nosso excelente “resgateiro”.  Local muito vazia, e já no lusco fusco do por do sol, descansei um pouco da caminhada montanha abaixo, e comecei a caminhar na beira da rodovia para o Norte, em direção da rodovia principal.  Antes do pouso havia visto algumas edificações, mas como o pasto onde pousei era garantido pousei um pouco longe das casas.  Caminhei durante uns 45min, chamando sem sucesso no rádio o resgate.  E eis que surge um pequeno bar ao lado da rodovia.  Com um celular ligado a uma antena gigante, tentamos contato sem sucesso, então aguardei alguns minutos a mais.  Ao redor das 1930 o resgate chegou.
Pouso no pasto bonito próximo a Santa Efigenia de Caratinga 

Foi meu voo de parapente mais longo, 5h10 com 92km voados em linha reta ou 99.9km distância OLC , vôo interessantíssimo.  E graças ao SPOT o resgate foi rápido e certeiro.  O Resgate andou 450km no dia !!! Entre  2 subidas para a rampa e o resgate dos outros 3 pilotos da nossa turma.   As 21 chegamos de volta a Valadares com vontade de um bom jantar, novamente na Dna Conceição, no GV Mall :-)

Foi mais um ótimo dia de voo !

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Governador Valadares 2012 - 100km

Ontem foi um dia muito bacana para mim consegui fazer 100,9 km em distância livre voando de parapente em 4h40min de voo, foi meu record pessoal.  Pousei na entrada da cidade Caratinga, sempre seguindo a BR116 embaixo.  

 Pousei neste morro, no canto esquerdo dá para ver o parapente

Algumas estatísticas do voo abaixo, dá para ver que decolei tarde demais, o primeiro grupo saiu uma hora antes, mas mesmo assim deu para fazer o meu primeiro 3 digitos, enfim aprendendo a voar com esta nova forma de "caçar térmicas".  Muito a melhorar, fiquei baixo algumas vezes, tive que aceitar térmicas fracas algumas vezes.  Com o a limitação de razão de planeio, é necessário acertar o caminho na primeira, mas dá para brincar muito bem !


A criatura voando... 

O lindo visual do voo em Valdares, embaixo a BR116, e o "mar de morros em volta" 

A máquina voadora 

Sem dúvida foi um super luxo ter o resgate me esperando na rodovia embaixo, pelo rádio fomos coordenando o final do voo, nos 2 dias anteriores ao vôo, voltava sempre de ônibus, desta vez foi VIP mesmo.  

Hoje  voo foi de 92km, faltou pouco para chegar em Caratinga !!! Amanhã tem mais.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Andradas com gavião e pouso no arado


Diário de voador sem motor, que de um super-planador 1:50 tenta voar um invertebrado 1:8,345627

Sábado 05/11/2011

Enrolei muito tempo para decolar, mas finalmente as 14 e pouco saí com uma boa decolagem (finamente) vento muito bom e talz.  O dia estava bonito, fui pela cordilheira até a cidade, depois subi bem, e fui para o meio do vale, quase pousei, 300m... Vento batendo numas pedras, urubus, consegui subir de novo, mas não cheguei na base.  Mais para frente fui ficando baixo novamente, e tinha escolhido uma plantação para o pouso, o vento estava bem forte.

Fiquei voando baixo um bom tempo, até que vi que não dava, e decidi pousar no pasto ao lado que era muito bom, tudo ótimo. Dava para ver as antenas e o povoado de 10.000 habitantes, Santa Rita de Caldas.  Até o celular pegava, contato via fone com a familia Vedrano, a Mirella veio ao meu encalço.  Eu caminhei 2,8km (maps.google do celular :-) ), até a entrada da cidade de Santa Rita de Caldas, por um caminho de terra, foi um ótimo treino para o meu pé que não reclamou, e o equipo de 20kg no lombo, preciso fazer mais treinamento aeróbico :)  uns 25-30km, 1h40 de voo.

Fiquei braaavooo com o pouso pois foi cedo, tipo 1530 ainda tinham ótimas térmicas, errei na transição para uma nuvem, e no chão vi um parapa muito alto, indo para o cross, o kr tinha pregado, voltou pra rampa e ainda fez uns 80km ... !!!  Cesar e Eliana apesar de terem decolado as 12:00 voaram tipo 40km.  Teve um piloto que voou uns 150km, e asas voaram razoavelmente também, tinha umas 8 nesse dia.  Mas no geral pouca gente voando.

Domingo foi bemmmm diferente...
Marcelo e Cleyton decolaram, e eu fiquei sambando na rampa, simplesmente nào conseguia manter a vela na cabeça, e numa das vezes até fui estilingado para cima, caí de costas na rampa após sair do chão por uns 30cm de altura, e fiquei feliz pela bela mousse da minha selete.  Depois de umas 5-6 infladas consegui decolar.  Cleyton lá em cima indicando que havia coisa boa, fui subindo aos poucos aqui e ali, mas o voo não rendeu muito.  Já nas antenas da cidade de Andradas escutava um barulho, vum vum , um gavião resolveu atacar a vela, e vinha em rasante, dando bicadas.  Umas 6-7x e eu mexia no pano, gritava e nada... Até que abri o capacete, e gritei mais alto, aí o bicho foi embora junto com minha concentração.

Fui para o pouso, e senti o vento forte, o GPS mostrava velocidade (gs) de apenas 10km.  Como vi o Cleyton se aproximando, resolvi ir do barlavento (de onde vem o vento) para onde ele estava para encaixar o trafego do pouso.  Resultado, não cheguei no pouso oficial... Pousei numa plantação de batatas, arado mesmo, com postes de luz proximos, meio em curva, e senti como o arado estava macio, pois aterrisei meio de lado.  Fora a enorme besteira, e a terra que sujou bem tudo, nenhuma avaria pessoal :-) . Mesmo as bicadas de gavião não deixaram marcas no vela do Parapente, uuufaaa.

Depois já do restaurante "Baiana" vimos a formação de Chuva bem cedo, a meteorologia estava mudando rápido, cirrus forte, e CBs isolados.

Então realmente não foi o meu dia não:
- decolagem ruim
- bicadas de gavião
- pouso ruim
----->>>>>>>>>>>>>Treinar mais inflar com vento mais forte e prestar mais atenção no pouso

Foi ótimoooooo o fds !!!!!  Andradas valeu a pena mesmo.

sábado, 24 de setembro de 2011

LEM2011 Reflexões e Final

Os voos em LEM foram novamente muito bons este ano, a maioria dos dias foi de térmicas secas, mas alguns dias tivemos um pouco de nuvens muito pequenas, praticamente fiapos. Voamos todos os 7 dias que lá ficamos, uma média de 5h por dia, mas voos mais longos , de mais de 7h foram realizados por alguns pilotos.

Local ideal para os motoplanadores mais pesados, como Ximango e S10, que conseguem aproveitar o seu potencial, pois as térmicas são fortíssimas. Meados de Setembro realmente tem uma meteorologia mais firme, porém o início de outubro já tem um pouco mais de umidade no ar, que torna os voos menos consistentes mas potencialmente mais desafiadores. A região tem um potencial ENORME, demonstrado inclusive com vários voos de 750-800km feito pelos Nimbus 3T (Navarro e Guilherme) e ASH25 (Egon), e um grande aproveitamento dos dias, ou seja voa-se como nos melhores locais da África ou Australia sem perder viagem.

"Borrachas ao vento" foi uma das melhores expressões que aprendi, inventada pelos Ximanguistas ?

O tráfego aéreo mostrou-se bem intenso este ano com o aeródromo de LEM bem movimentado por uma diversidade total de aeronaves, com os velozes RV's 10, Cirrus, Bimotores e até mesmo o jato da Mauricéia (empresa de alimentos do PE dona do hangar local). Não efetuamos NOTAM até por não tratar-se de competição aérea apesar de termos ao redor de 10 motoplanadores voando. Tentamos voar um Gran Prix de S10, mas justamente neste dia tivemos problemas mecânicos com 2 aeronaves, enterrando a idéia.

Foi interessante ver o desempenho dos planadores mais "juniors" como o Sinus e Ximango (vintage) que apesar de voos mais curtos também tiveram seus desafios a superar, ou seja, em LEM não importa o tipo do planador todos tem excelente oportunidade de voar ao sabor de fortes térmicas.

Não fomos ao Piauí por puro conforto e talvez uma certa acomodação, um grupo tão diferente dificulta um pouco o deslocamento para novos locais. A incerteza da largura da pista para o ASH25 com seus 26m de asa, certamente contribuiu para ficarmos de vez no mesmo local, quem sabe no futuro São Raimundo Nonato e Bom Jesus da Gurgéia sejam visitados pela animada turma de urubus brancos motorizados.

Gostaria de agradecer em especial o piloto Fábio, que me deu a oportunidade de voar todos os dias o S10VT, praticamente uma sala de estar voadora com sua enorme cabine. E também pelo veloz traslado SP-LEM-SP.

Quem ?
Alan + Nardelli - Sinus (os que voaram mais apertado na pequena cabine)
Bechelli + Admilson - Ximango (os mais batalhadores tirando térmicas do chão)
Dorival + Dimas - S10VT (D2 aprendendo muito)
Shigueno + Bueno - S10 vintage (os mais silenciosos)
Fabio + Thomas - S10VT (a tripulação mais bacana e alta)
Sergio + Nader + Improta + Mocotó - S10VT (tirando dezenas de fotos/filmes)
Egon + Passageiros - ASH25 (aludo correndo por fora com seus voos de grande distancia)
Luis - DG800b (sempre apressado voou poucos dias)
Nimbus 3T - Navarro (longuíssimos voos)
Nimbus 3T - Guilherme (com seu novíssimo onibus amarelo)

Onde ?
Luis Eduardo Magalhães, a oeste de Barreiras no SW da Bahia

Distância voada?
Quase 25.000km !!!!
Voo mais longo - 804km ASH25 Egon
Voo mais curto - hummm melhor não falar
Problemas ? Nenhum !!!
Volta mais complicada - PUSKA que pegou junto com o S10 frente fria no Sudeste
Mordomia ? Sim muita, ir de Pilatus voar de planador, evitando os 1500km de estrada !

Fotos sensacionais aqui no link do Blog do Nader Couri

Mais de LEM2011

Algumas imagens interessants dos voos em LEM 2011, W da Bahia.

 Sinus no pouso próximo ao por do sol

 Nossa cabine de vôo, usando o extensor para fotografias externas, muito bom !

 Na encosta do platô e da terra de ninguém, digo o vale onde é totalmente impousável


Imensidão dos arados da região, mostra que o vôo é totalmente seguro, ralando a baixa altura 

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

DIA DOS MOTORES...

Foto muito bacana, do Nader, nosso S10 buscando subir na fumaça, que não funcionou, mas a foto ficou ótima !

Todos estavam animados com o Gran Prix de S10, ou pelo menos com uma prova montada, para que a maioria dos motoplanadores voasse para o mesmo lado.  Mas tivemos uns detalhes, onde 2 S10 tiveram problemas no motor, felizmente o PFZ foi só sujeira no carburador .  Decolamos um pouco mais tarde e ainda fizemos um voo bacana.  O tempo não estava tão bom, e tivemos bastante fumaça no caminho.  Mas mesmo assim voamos junto com o Shigueno a bordo do seu S10 com motor aspirado um bom tempo.  O Sinus também girou térmica com a gente, mas a diferença de performance entre os 2 planadores é grande, então ficamos próximos por pouco tempo na perna de ida para o primeiro ponto de virada.


 Efeito interessante da hélice do nosso S10VT, testando o motor

O Sinus do RJ veio voar com a gente também  

 E o Ximango S/N 8, nosso vizinho de hangar anos atrás no hangar da Aeromot em SP


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E o tradicional por do sol de LEM

fotos @TM

domingo, 18 de setembro de 2011

LEM 2011 MOTOPLANADORES ONLY

Hoje LEM, que fica SW da Bahia - Luis Eduardo Magalhães, virou a capital Brasileira de motoplanadores.  De vários tipos e modelos, com 2 planadores Nimbus3T, 4 Stemmes S-10, Ximango, Sinus, ASH25 foi uma festa no ar.  O tempo foi muito bom, os planadores grandes (com mais de 26m de asa) voaram ao redor de 800km !

S10 no hangar

Eu voei de S10VT, já o segundo dia, junto com o Fábio, e tivemos um tempo muito bom, térmicas fortes, e apesar dos 80 litros de gasolina a mais, conseguimos voar ao redor de 450km.  Uma bagunça danada no rádio, pois cada um foi para um lado acabamos voando a maior parte do tempo sozinhos.  Mas no meio do caminho encontramos o Sergio e Nader a bordo do possante S10 deles.


 Por do sol tradicional de LEM 


Passagem do Nimbus 3T

Amanhã voaremos o primeiro Gran Prix de S10 do Brasil, tentaremos voar uma prova de 400km, vamos ver se pomos ordem nesse pessoal.  E a meteoro promete bastante, apenas vamos torcer para que não entre a bruma com fumaça forte que já foi avistada proximo a cidade no final da tarde de hoje


@fotos Fábio